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Segmento · Energia elétrica

Eletrodutos e redes de distribuição, sem abrir a via.

Para concessionárias de energia e suas construtoras, a DRC instala travessias e redes de distribuição subterrânea pelo método não destrutivo: o eletroduto cruza sob a via em tráfego e, na superfície, aparecem apenas os poços de entrada e de saída.

Alcance da técnica: Ø 32 a 1.200 mm · travessias de até 2.000 m. A DRC executa com frota própria, de 4 a 36 tf de tração; o que o seu trecho comporta sai do projeto do furo.

Ø 32–1.200 mmfaixa de duto da frota, do ramal ao grande diâmetro
1,5–8 mfaixa usual de profundidade, definida no projeto do furo
4–36 tftração das perfuratrizes próprias

Em poucas palavras

Perfuração direcional para energia é a instalação de eletrodutos e bancos de dutos para cabos elétricos por um furo dirigido entre dois poços, sem abrir vala ao longo do traçado. O cabo é lançado depois, dentro do duto instalado.

Nos pedidos que chegam à DRC aparecem redes de distribuição subterrânea urbana, travessias de circuito sob via, alimentação de plantas industriais e loteamentos, e eletrodutos de 100 mm em trechos de 150 m a 1,5 km.

O que a DRC instala para o setor elétrico

Como o furo desvia das redes que já estão lá

Antes de furar, o subsolo é mapeado: cadastro das interferências, sondagem com localizadores e verificação em campo. Durante a perfuração, a sonda de navegação informa profundidade, inclinação e posição em tempo real, e o operador mantém o traçado afastado das redes cadastradas.

Em área de concessionária, as interferências incluem redes energizadas — é por isso que o mapeamento vem antes da máquina, e o controle de traçado acompanha o furo do primeiro ao último metro.

A máquina de cada obra

Ramais e eletrodutos de baixo diâmetro saem com a Vermeer D7×11 (4 tf). Redes urbanas de energia usam a D24×40 (11 tf) e a D36×50 (16 tf); cruzamentos de via, a Ditch Witch JT40 (18 tf). A escolha é feita no projeto do furo — veja a tabela completa da frota.

Clientes atendidos

Enel e CPFL estão entre as concessionárias atendidas pela DRC. Veja os clientes atendidos na página inicial.

Especificação por aplicação

Arraste a tabela para o lado →

AplicaçãoDuto usualO que pesa no projeto
Distribuição subterrânea urbanaEletrodutos de PEAD, um ou mais por furoInterferências e posição das caixas
Travessia de circuito sob via, rodovia ou ferroviaPEAD, às vezes com tubo camisaExigências de quem responde pelo obstáculo
Alimentação de planta, loteamento ou usinaBanco de dutos em PEADExtensão e número de dutos por furo
Trecho dentro de área em operaçãoPEADCirculação interna e redes existentes

Os valores de cada obra saem do projeto do furo. A tabela mostra o que costuma decidir, não uma regra única.

Quem autoriza a obra

Em rede de concessionária, a distribuidora de energia aprova o projeto e define profundidade e afastamentos. A prefeitura autoriza a intervenção na via. Em área privada, como fábrica ou condomínio, quem libera é o dono da área, e as redes internas entram no cadastro de interferências.

Onde o método pede mais cuidado

Rede energizada é a interferência mais crítica do subsolo urbano, e por isso o mapeamento vem antes da máquina. O número de dutos por furo tem limite prático, e acima dele o projeto divide o banco em mais de um furo.

A profundidade também conversa com o projeto elétrico, porque cabo muito profundo dissipa menos calor. A cota de cada trecho é fechada em acordo entre os dois projetos.

Perguntas que chegam à DRC

Dá para puxar mais de um eletroduto no mesmo furo?

Sim. Os dutos são unidos na superfície e puxados juntos, com o furo alargado para o conjunto. Na Av. Santo Amaro, em São Paulo, foram instalados 12 dutos de Ø 160 mm em 1.800 m de rede.

Qual extensão sai em um único furo?

A frota executa travessias de mais de 1 km em uma única passagem nas máquinas maiores. Em trechos mais longos, o traçado é dividido em lances com poços intermediários, que podem coincidir com as caixas da rede.

Funciona dentro de fábrica ou condomínio em operação?

Funciona, e é um dos casos em que o método mais ajuda. A frente de obra se limita aos dois poços, e pátios, vias internas e áreas de produção seguem em uso.

A que profundidade fica o eletroduto?

A faixa usual é de 1,5 a 8 m. A cota de cada trecho atende à concessionária e ao projeto elétrico, e fica registrada no plano do furo.

O que enviar para receber o orçamento?

Cidade e local da obra, extensão de cada trecho, diâmetro e material do tubo, o tipo de rede e o que existe sobre o traçado. Projeto, croqui ou coordenadas aceleram a análise. O preço sai depois da visita técnica, que levanta solo, traçado e interferências. O que define o orçamento.

Revisão técnica Rogério Pagni, DRC Construções. Atualizado em .

Veja também: Como funciona a perfuração direcional Travessias sob avenidas, ferrovias e rios O que define o orçamento Empresa de perfuração direcional em São Paulo