
Redes de Energia Elétrica
Travessias e redes de distribuição subterrânea para concessionárias de energia, com controle de traçado e desvio de interferências.
Falar sobre energiaA sua rede passa sob ruas, rios e rodovias sem interditar a via nem quebrar o pavimento — perfuração direcional (MND) de alta precisão, em travessias de mais de 1 km.
+1.000 km instaladosISO 9001·14001·45001Membro ABRATTRelatório diário de obra digital
Uma boa perfuração direcional é 90% planejamento e 10% execução — por isso a obra começa muito antes da broca, no mapeamento do subsolo.
Antes de furar, localizamos as interferências do subsolo. Cadastro, sondagem com localizadores e georadar, verificação in loco e abertura de inspeção. Com o solo e as interferências mapeados, elaboramos o plano do furo — o traçado exato que a perfuração vai seguir.
A sonda guiada executa o furo seguindo o traçado. O sistema de rastreamento controla profundidade, inclinação e direção em tempo real — desviando das redes existentes.
O furo-piloto é alargado ao diâmetro de projeto. Numa ou mais passadas, preparando o túnel para receber a tubulação com folga e segurança.
O duto é tracionado pelo túnel e instalado de uma só vez. Em PEAD ou aço, da entrada à saída — a superfície permanece intacta.
O que a rua vê em cada caso. Duas frentes em São Paulo: a da esquerda é vala aberta, a da direita é MND.
Sem escavação contínua, não há terra a remover ao longo de todo o traçado. Caem as viagens de bota-fora, o volume de resíduo e o tempo de máquina ligada na via — e a rede entregue é a mesma.
Monumento do Ipiranga
















Travessias e redes de distribuição subterrânea para concessionárias de energia, com controle de traçado e desvio de interferências.
Falar sobre energia
Instalação de dutos de gás e derivados sob obstáculos críticos, com controle de traçado.
Falar sobre gás e óleo
Água e esgoto por método não destrutivo, inclusive em travessias profundas de centro urbano.
Falar sobre saneamento
Dutos e bancos de dutos para fibra óptica, sem interferir na superfície e no trânsito.
Falar sobre telecom
Travessias sob avenidas, ferrovias e rios para projetos de infraestrutura de grande porte.
Falar sobre infraestrutura
Bancos de dutos e fibra para conectividade e interligação de data centers, instalados sob vias e áreas densas sem abrir valas.
Falar sobre data centers
Instalação de 12 dutos de Ø 160 mm e 25 poços de inspeção pelo Método Não Destrutivo, com a Av. Santo Amaro em pleno tráfego — concluída em 3 meses.
O que define a máquina de cada obra são duas medidas: a força de tração (pullback) e o diâmetro do duto a instalar. A tabela abaixo traz as duas, máquina por máquina.
| Equipamento | Tração · pullback | Aplicação / classe |
|---|---|---|
| Vermeer D7×11 | 4tf | Fibra e ramais. Eletrodutos e redes de baixo diâmetro. |
| Vermeer D24×40 | 11tf | Água, gás e energia em traçado urbano. |
| Vermeer D36×50 | 16tf | As mesmas redes, em trechos mais longos. |
| Ditch Witch JT40 | 18tf | Cruzamentos de via e cursos d'água. |
| XCMG XZ200 | 22tf | Dutos de seção maior, em solo mais resistente. |
| American Augers DD-6 | 27tf | Travessias longas em aço. |
| Vermeer D80×100 | 36tf | Os maiores diâmetros e as travessias mais extensas. |
|
Envelope da frota
Ø 64–1.000 mm
4–36 tf de tração
travessias de +1 km
profundidade 1,5–8 m
PEAD & aço
|
||
Ø 64–1.000 mm · 4–36 tf de tração · travessias de +1 km · profundidade 1,5–8 m
O que cada obra comporta depende do solo, do traçado e do produto.
Rastreamento eletrônico do furo, controle de fluido (bentonita/polímeros) e leitura de profundidade em tempo real — para desviar de redes existentes e entregar a via intacta.
Em operação A via segue funcionando durante a travessia
Ajudamos a desenvolver o método não destrutivo no Brasil.
A operação é assistida por inteligência artificial: relatórios diários de obra digitais, com registro fotográfico, verificação automática de consistência e histórico auditável — a informação de campo é consolidada no mesmo dia, obra a obra.
Sede própria 20.000 m² em Guarulhos



Sistema de Gestão Integrado certificado — ISO 9001:2015 (SGS) · ISO 14001:2015 (ABNT) · ISO 45001:2018 (IFBQ Falcão Bauer). Escopo e políticas.
Sim. A perfuração direcional executa em areia, silte, argila e solos mistos; para trechos rochosos usamos cabeças e ferramentas específicas. O tipo de solo é levantado na visita técnica e define a máquina, o fluido e o traçado.
Não há interdição total. O trabalho se concentra nos poços de entrada e saída; a via e o comércio seguem funcionando enquanto a rede é instalada no subsolo.
A frota instala dutos do furo-piloto (Ø a partir de ~64 mm) ao alargamento de grande diâmetro (Ø até 1.000 mm, com a Vermeer D80x100), em travessias que vão de poucas dezenas de metros a mais de 1 km nas máquinas de maior porte. Os valores exatos dependem do solo, do traçado e do produto — definidos no projeto de furo.
Depende da extensão, do diâmetro e do solo, mas o método não destrutivo costuma ser bem mais rápido que a vala aberta: como não há demolição de pavimento, escavação ao longo de todo o traçado nem recomposição depois, a obra se concentra nos poços de entrada e saída e nas quatro etapas (mapeamento, furo-piloto, alargamento e puxamento). O cronograma é definido na visita técnica.
O preço por metro isolado engana: o que decide é o custo total do trecho, com pavimento e prazo. Na vala, refazer a faixa de rolamento costuma custar mais do que instalar a rede — e é justamente essa conta que o método não destrutivo corta, porque só os poços e as caixas são recompostos. Some o prazo mais curto, que reduz dias de equipe, de canteiro e de via interditada. Extensão, diâmetro e cidade formam o briefing e permitem enquadrar a obra, mas não fecham preço: ele depende do solo, do traçado e das interferências levantadas na visita técnica.
Sim. Atuamos com responsabilidade técnica e seguimos as normas do setor, com certificações ISO 9001, 14001 e 45001 e associação à ABRATT (ligada à ISTT).
É exatamente para isso que existe o método não destrutivo. A travessia passa por baixo do obstáculo, sem interromper o tráfego na superfície — sob avenidas, rodovias, ferrovias, rios e áreas urbanas adensadas.
Os dois. Trabalhamos no formato Turn Key: do projeto e do mapeamento do subsolo à execução e à entrega da rede instalada — com um único responsável pela obra. Operamos assim desde 2000, ajudando a desenvolver o método não destrutivo no Brasil.
Antes de furar, fazemos o mapeamento das interferências do subsolo. Durante a perfuração, a sonda de navegação informa profundidade, inclinação e posição em tempo real, permitindo desviar das redes existentes.
PEAD/HDPE (água, gás, fibra óptica e eletrodutos) em toda a faixa da frota, e tubo de aço carbono nas máquinas maiores. Trabalhamos com fluidos de perfuração (bentonita e polímeros) para lubrificar e estabilizar o furo.