Perfuração direcional · MND · HDD · desde 2000

Instalamos redes subterrâneas sem abrir valas.

A sua rede passa sob ruas, rios e rodovias sem interditar a via nem quebrar o pavimento — perfuração direcional (MND) de alta precisão, em travessias de mais de 1 km.

+1.000 km instaladosISO 9001·14001·45001Membro ABRATTRelatório diário de obra digital

Atendimento direto com a engenharia +55 11 2905-1922 drc@drcnet.com.br
26+Anos de operação
MND · HDDPerfuração direcional guiada
6Segmentos atendidos
ABRATTMembro associado
Em corte

Na rua aparecem dois poços: onde o furo entra e onde ele sai.

TRAVESSIA · RUA / RIO ✕ Vala aberta destrói o pavimento ENTRADA PERFIL DIRIGIDO SAÍDA · DUTO PUXADO
Mapeamento do subsolo Navegação em tempo real Frota própria de perfuratrizes
Como funciona

Quatro etapas, do mapeamentoaté o duto instalado.

Uma boa perfuração direcional é 90% planejamento e 10% execução — por isso a obra começa muito antes da broca, no mapeamento do subsolo.

01
Mapeamento e projeto do furo

Antes de furar, localizamos as interferências do subsolo. Cadastro, sondagem com localizadores e georadar, verificação in loco e abertura de inspeção. Com o solo e as interferências mapeados, elaboramos o plano do furo — o traçado exato que a perfuração vai seguir.

02
Furo-piloto

A sonda guiada executa o furo seguindo o traçado. O sistema de rastreamento controla profundidade, inclinação e direção em tempo real — desviando das redes existentes.

03
Alargamento (reaming)

O furo-piloto é alargado ao diâmetro de projeto. Numa ou mais passadas, preparando o túnel para receber a tubulação com folga e segurança.

04
Puxamento (pullback)

O duto é tracionado pelo túnel e instalado de uma só vez. Em PEAD ou aço, da entrada à saída — a superfície permanece intacta.

Vala aberta × Método DRC

A mesma rede instalada.Sem abrir a via.

O que a rua vê em cada caso. Duas frentes em São Paulo: a da esquerda é vala aberta, a da direita é MND.

Rua aberta em via comercial de São Paulo: trincheira contínua com redes expostas e comércio atrás de tapumes
Vala aberta Redes expostas, comércio atrás de tapumes
Frente de perfuração direcional da DRC na calçada, com a avenida em operação normal durante a obra
Método DRC Frente na calçada, avenida em operação
Ver a vala aberta (método destrutivo)

Vala aberta (método destrutivo)

  • Trincheira contínua na via: redes expostas e comércio atrás de tapumes.
  • Todo o traçado a demolir e recompor — a faixa de rolamento inteira, do começo ao fim do trecho.
  • Caixas a cada cem metros, em média: mais chegadas, mais sondagens e mais emendas de cabo.
  • Risco de atingir redes existentes (água, gás, fibra) ao escavar todo o traçado.
  • Escavação, bota-fora, reaterro e compactação do começo ao fim do trecho.

Perfuração direcional · MND (DRC)

  • Sem abrir vala — o asfalto e a calçada ficam intactos.
  • Cerca de 95% menos pavimento a refazer no mesmo trecho: só os poços e as caixas.
  • Até 75% mais distância entre caixas: menos emendas e menos pontos de falha.
  • Mapeamento do subsolo antes de furar e rastreamento do furo em tempo real.
  • Termina antes: a via é liberada com a rede pronta, sem o ciclo de recomposição.
Mais rápido A via é liberada com a rede pronta, sem o ciclo de demolir, reaterrar e recompor.
Mais seguro Subsolo mapeado antes de furar, furo rastreado em tempo real e frente de obra reduzida a dois poços.
Mais barato 95% menos pavimento a refazer que a vala aberta, no mesmo trecho.
Mais ESG Menos demolição, menos bota-fora e menos movimentação de equipamento. Certificação ISO 14001.
Obra limpa

Menos diesel, menos caminhão,
menos resíduo na rua.

Sem escavação contínua, não há terra a remover ao longo de todo o traçado. Caem as viagens de bota-fora, o volume de resíduo e o tempo de máquina ligada na via — e a rede entregue é a mesma.

  • Bota-foraSó o material dos poços e das caixas, não o volume de toda a extensão.
  • Área verde e patrimônioA travessia passa por baixo: gramado, calçada e entorno permanecem no lugar.
  • Via em operaçãoSem interdição contínua, o trânsito e o comércio seguem durante a obra.
Perfuratriz da DRC em canteiro cercado junto ao Monumento do Ipiranga, com a área verde preservada e a avenida em operação Monumento do Ipiranga
Escala da operação
+1.000 km
de redes subterrâneas instaladas desde 2000
+1 km
em uma única travessia, da entrada à saída.
Ø até 1.000 mm
de duto instalado, com a Vermeer D80×100.
1,5–8 m
de profundidade de trabalho, conforme o traçado do furo.
Clientes

Alguns dos clientes atendidos desde 2000.

  • Petrobras
  • Sabesp
  • Metrô de São Paulo
  • Enel
  • Comgás
  • CPFL Energia
  • Vivo
  • Net · Claro
  • Siemens
  • Copasa
  • Infraero
  • Alstom
  • Andrade Gutierrez
  • Camargo Corrêa · Mover
  • Snef
Segmentos de atuação

Uma técnica,seis tipos de rede.

Perfuratriz direcional com cabine operando em cruzamento urbano para rede subterrânea de energia, com a via em funcionamento
01

Redes de Energia Elétrica

Travessias e redes de distribuição subterrânea para concessionárias de energia, com controle de traçado e desvio de interferências.

Falar sobre energia
Duto de grande diâmetro instalado pela DRC sob via urbana, sem abrir vala
02

Gasodutos e Oleodutos

Instalação de dutos de gás e derivados sob obstáculos críticos, com controle de traçado.

Falar sobre gás e óleo
Travessia de curso d'água pelo método não destrutivo para rede de saneamento
03

Redes de Saneamento

Água e esgoto por método não destrutivo, inclusive em travessias profundas de centro urbano.

Falar sobre saneamento
Carretéis de duto de PEAD prontos para o puxamento, em rua residencial sinalizada
04

Redes de Telecomunicações

Dutos e bancos de dutos para fibra óptica, sem interferir na superfície e no trânsito.

Falar sobre telecom
Feixe de dutos com cabeças de puxamento entrando no poço de entrada, em rua urbana
06

Data Centers

Bancos de dutos e fibra para conectividade e interligação de data centers, instalados sob vias e áreas densas sem abrir valas.

Falar sobre data centers
Av. Santo Amaro (SP): avenida em pleno funcionamento com a rede instalada no subsolo pela DRC, sem fiação aérea
Caso real · Av. Santo Amaro, São Paulo

Av. Santo Amaro: 1.800 m de redesob a avenida em tráfego.

Instalação de 12 dutos de Ø 160 mm e 25 poços de inspeção pelo Método Não Destrutivo, com a Av. Santo Amaro em pleno tráfego — concluída em 3 meses.

  • 3 mesesde execução · avenida em operação
  • 1.800 mde rede instalada
  • 12 × Ø160 mmdutos
  • 25poços de inspeção
Frota & capacidade

Máquinas de 4 a 36 tf de tração,todas próprias.

O que define a máquina de cada obra são duas medidas: a força de tração (pullback) e o diâmetro do duto a instalar. A tabela abaixo traz as duas, máquina por máquina.

Ver a frota de perfuratrizes
Frota de perfuração direcional — tração (pullback) e classe de aplicação
Equipamento Tração · pullback Aplicação / classe
Vermeer D7×11 4tf Fibra e ramais. Eletrodutos e redes de baixo diâmetro.
Vermeer D24×40 11tf Água, gás e energia em traçado urbano.
Vermeer D36×50 16tf As mesmas redes, em trechos mais longos.
Ditch Witch JT40 18tf Cruzamentos de via e cursos d'água.
XCMG XZ200 22tf Dutos de seção maior, em solo mais resistente.
American Augers DD-6 27tf Travessias longas em aço.
Vermeer D80×100 36tf Os maiores diâmetros e as travessias mais extensas.
Envelope da frota Ø 64–1.000 mm 4–36 tf de tração travessias de +1 km profundidade 1,5–8 m PEAD & aço

Ø 64–1.000 mm · 4–36 tf de tração · travessias de +1 km · profundidade 1,5–8 m

O que cada obra comporta depende do solo, do traçado e do produto.

Equipamentos de apoio
Equipamentos de apoio
MunckCaçambaRetroescavadeiraChupão CompactadorGeradorCaminhão pipaRompedor

Rastreamento eletrônico do furo, controle de fluido (bentonita/polímeros) e leitura de profundidade em tempo real — para desviar de redes existentes e entregar a via intacta.

Perfuratriz direcional XCMG XZ200 da DRC operando na calçada de uma avenida em São Paulo, com a via em funcionamento normal ao fundo Em operação A via segue funcionando durante a travessia
A empresa

Desde 2000 abrindo caminhos subterrâneos com MND.

Ajudamos a desenvolver o método não destrutivo no Brasil.

  • Turn KeyDo projeto e do mapeamento do subsolo à entrega da rede instalada — um único responsável pela obra.
  • Sede própria · 20.000 m²Em Guarulhos, ao lado da Rodovia Ayrton Senna e do Rodoanel.
  • Concessionárias e construtorasAtendidas em todo o país, da pequena travessia à rede de grande diâmetro.

A operação é assistida por inteligência artificial: relatórios diários de obra digitais, com registro fotográfico, verificação automática de consistência e histórico auditável — a informação de campo é consolidada no mesmo dia, obra a obra.

Fachada da sede própria da DRC em Guarulhos, galpão industrial sob céu azul Sede própria 20.000 m² em Guarulhos
Certificação ISO 9001 emitida pela SGS
ISO 9001Qualidade
Certificação ABNT NBR ISO 14001
ISO 14001Meio ambiente
Certificação ISO 45001 — IFBQ / Falcão Bauer
ISO 45001Saúde & segurança
ABRATT
ABRATTMembro · ISTT

Sistema de Gestão Integrado certificado — ISO 9001:2015 (SGS) · ISO 14001:2015 (ABNT) · ISO 45001:2018 (IFBQ Falcão Bauer). Escopo e políticas.

Dúvidas frequentes

Dez perguntas que chegamantes do orçamento.

Q.01Funciona no meu tipo de solo (rocha, areia ou argila)?

Sim. A perfuração direcional executa em areia, silte, argila e solos mistos; para trechos rochosos usamos cabeças e ferramentas específicas. O tipo de solo é levantado na visita técnica e define a máquina, o fluido e o traçado.

Q.02Vou precisar interditar a via?

Não há interdição total. O trabalho se concentra nos poços de entrada e saída; a via e o comércio seguem funcionando enquanto a rede é instalada no subsolo.

Q.03Qual o diâmetro e a extensão máximos da travessia?

A frota instala dutos do furo-piloto (Ø a partir de ~64 mm) ao alargamento de grande diâmetro (Ø até 1.000 mm, com a Vermeer D80x100), em travessias que vão de poucas dezenas de metros a mais de 1 km nas máquinas de maior porte. Os valores exatos dependem do solo, do traçado e do produto — definidos no projeto de furo.

Q.04Quanto tempo leva uma travessia?

Depende da extensão, do diâmetro e do solo, mas o método não destrutivo costuma ser bem mais rápido que a vala aberta: como não há demolição de pavimento, escavação ao longo de todo o traçado nem recomposição depois, a obra se concentra nos poços de entrada e saída e nas quatro etapas (mapeamento, furo-piloto, alargamento e puxamento). O cronograma é definido na visita técnica.

Q.05Quanto custa e como é o orçamento?

O preço por metro isolado engana: o que decide é o custo total do trecho, com pavimento e prazo. Na vala, refazer a faixa de rolamento costuma custar mais do que instalar a rede — e é justamente essa conta que o método não destrutivo corta, porque só os poços e as caixas são recompostos. Some o prazo mais curto, que reduz dias de equipe, de canteiro e de via interditada. Extensão, diâmetro e cidade formam o briefing e permitem enquadrar a obra, mas não fecham preço: ele depende do solo, do traçado e das interferências levantadas na visita técnica.

Q.06Vocês têm ART, licenças e seguro?

Sim. Atuamos com responsabilidade técnica e seguimos as normas do setor, com certificações ISO 9001, 14001 e 45001 e associação à ABRATT (ligada à ISTT).

Como o furo é executado
Q.07Dá para passar sob avenida, ferrovia ou rio movimentado?

É exatamente para isso que existe o método não destrutivo. A travessia passa por baixo do obstáculo, sem interromper o tráfego na superfície — sob avenidas, rodovias, ferrovias, rios e áreas urbanas adensadas.

Q.08Vocês fazem o projeto também, ou só a execução?

Os dois. Trabalhamos no formato Turn Key: do projeto e do mapeamento do subsolo à execução e à entrega da rede instalada — com um único responsável pela obra. Operamos assim desde 2000, ajudando a desenvolver o método não destrutivo no Brasil.

Q.09Como vocês evitam atingir redes existentes (gás, água, fibra)?

Antes de furar, fazemos o mapeamento das interferências do subsolo. Durante a perfuração, a sonda de navegação informa profundidade, inclinação e posição em tempo real, permitindo desviar das redes existentes.

Q.10Quais materiais de tubo vocês instalam?

PEAD/HDPE (água, gás, fibra óptica e eletrodutos) em toda a faixa da frota, e tubo de aço carbono nas máquinas maiores. Trabalhamos com fluidos de perfuração (bentonita e polímeros) para lubrificar e estabilizar o furo.

Compare o custo do trecho inteiro, não o preço por metro.

Orçamento

Extensão, diâmetro e cidade: o briefing.O preço sai da visita técnica.

Pedido recebido. A engenharia retorna pelo contato que você informou. Para adiantar: +55 11 2905-1922.

* E-mail ou telefone — basta um dos dois.

Empresa certificada ISO 9001 · 14001 · 45001 e associada à ABRATT.

  1. 1. Você envia o briefing: extensão, diâmetro e cidade.
  2. 2. A engenharia analisa e retorna sobre a obra.
  3. 3. Visita técnica: solo, traçado e interferências. Aí sai o preço.

Seus dados são usados apenas para este contato.

E-mail drc@drcnet.com.br
Telefone +55 11 2905-1922
Endereço Estrada do Capão Bonito, 1300 — Jd. Maria de Lourdes
Guarulhos / SP · CEP 07263-010