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Segmento · Infraestrutura urbana

A cidade continua funcionando enquanto a rede passa por baixo.

Para obras de infraestrutura de grande porte, a DRC executa travessias sob avenidas em tráfego, ferrovias, rodovias e rios. Praças, canteiros e calçadas permanecem; a recomposição se limita aos poços de entrada e de saída.

Alcance da técnica: Ø 32 a 1.200 mm · travessias de até 2.000 m. A DRC executa com frota própria, de 4 a 36 tf de tração; o que o seu trecho comporta sai do projeto do furo.

1.800 mde rede sob a Av. Santo Amaro, em São Paulo, com a avenida em tráfego
25 poçosde inspeção na mesma obra, concluída em 3 meses
12 dutosde Ø 160 mm instalados no trecho

Em poucas palavras

Perfuração direcional em infraestrutura urbana é o uso do furo dirigido para passar redes sob vias, praças, canteiros e áreas que não podem ser abertas, em obras de mobilidade, drenagem, requalificação e expansão de redes. Na superfície aparecem só os poços.

Nos pedidos que chegam à DRC aparecem tubos de drenagem sob rua, passagem de redes sob via para loteamento, travessias sob talude e obras de requalificação que precisam de redes novas sem abrir o pavimento que acabou de ser feito.

Sob o que a frota executa

Onde abrir vala é restrito

São Paulo tem regras rígidas para abertura de valas — autorizações, fresagem e asfalto novo. Onde a interdição contínua não é viável, ou onde o prazo de liberação da via é o gargalo, o método não destrutivo passa a ser o único caminho de execução.

Prazo como item de custo

Dias a menos de obra são dias a menos de equipe, canteiro e via interditada. Sem demolição nem recomposição ao longo do traçado, o cronograma se concentra nos poços e nas quatro etapas do furo. A conta completa está em MND ou vala aberta.

Clientes atendidos

Metrô de São Paulo e Dersa estão entre os clientes atendidos pela DRC, ao lado de construtoras como Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Veja os clientes atendidos na página inicial.

Especificação por aplicação

Arraste a tabela para o lado →

ObraO que o furo resolveO que pesa no projeto
Requalificação de avenida ou praçaRedes novas sem abrir o pavimento novoJanela de execução e cadastro denso
Drenagem em trecho curtoTubo de escoamento sob rua ou calçadaDeclividade e diâmetro do tubo
Loteamento e condomínioTravessia de vias e áreas verdesNúmero de lances
Obra viária ou de mobilidadeRemanejamento de redes sem interdiçãoPrazo de liberação e interferências

Os valores de cada obra saem do projeto do furo. A tabela mostra o que costuma decidir, não uma regra única.

Quem autoriza a obra

Na via pública, a prefeitura autoriza a intervenção, e cada concessionária de rede analisa o que cruza a sua. Em área tombada ou de entorno de patrimônio, entra também o órgão de preservação. As exigências entram no plano do furo e no escopo da proposta.

Onde o método pede mais cuidado

Galeria de concreto de grande seção não é executada por furo direcional, porque o método trabalha com tubos de até Ø 1.200 mm. Drenagem por gravidade pede declividade que o furo consiga manter, avaliada no plano do furo.

Aterro com entulho e fundações antigas são as surpresas mais comuns do subsolo urbano. É o mapeamento do subsolo que as antecipa, antes da máquina.

Perguntas que chegam à DRC

O furo direcional serve para drenagem?

Serve para tubos de drenagem dentro da faixa da frota, até Ø 1.200 mm, quando a declividade do projeto é compatível com a precisão do furo. Galeria de concreto de grande seção pede outro método.

A obra pode ser feita sem interditar a avenida?

Pode. Na Av. Santo Amaro, em São Paulo, 1.800 m de rede com 25 poços de inspeção foram instalados em 3 meses com a avenida em tráfego. A frente de obra fica nos poços.

E se o subsolo tiver entulho ou fundação antiga?

O mapeamento procura essas condições antes do furo, e o traçado é ajustado no projeto. Quando aparecem durante a perfuração, a sonda mostra o desvio em tempo real e o operador corrige a trajetória.

Quem cuida das autorizações?

A exigência de cada órgão entra no plano do furo e no escopo da proposta, que discrimina o que é executado pela DRC e o que fica com o contratante.

O que enviar para receber o orçamento?

Cidade e local da obra, extensão de cada trecho, diâmetro e material do tubo, o tipo de rede e o que existe sobre o traçado. Projeto, croqui ou coordenadas aceleram a análise. O preço sai depois da visita técnica, que levanta solo, traçado e interferências. O que define o orçamento.

Revisão técnica Rogério Pagni, DRC Construções. Atualizado em .

Veja também: Travessias sob avenidas, ferrovias e rios MND ou vala aberta: a conta do trecho inteiro Perfuratrizes da frota Empresa de perfuração direcional em São Paulo