A cidade continua funcionando enquanto a rede passa por baixo.
Para obras de infraestrutura de grande porte, a DRC executa travessias sob avenidas em tráfego, ferrovias, rodovias e rios. Praças, canteiros e calçadas permanecem; a recomposição se limita aos poços de entrada e de saída.
Alcance da técnica: Ø 32 a 1.200 mm · travessias de até 2.000 m. A frota da DRC cobre Ø 64 a 1.000 mm; o que o seu trecho comporta sai do projeto do furo.
Sob o que a frota executa
- Avenidas e vias urbanas em tráfego — o caso mais comum: a rede cruza ou percorre a via sem interdição total.
- Rodovias e ferrovias — travessia sem interferir na operação da concessionária.
- Rios e cursos d’água — o furo passa por baixo do leito, sem obra dentro da água.
- Áreas adensadas e sensíveis — praças, canteiros e calçadas permanecem.
Onde abrir vala é restrito
São Paulo tem regras rígidas para abertura de valas — autorizações, fresagem e asfalto novo. Onde a interdição contínua não é viável, ou onde o prazo de liberação da via é o gargalo, o método não destrutivo passa a ser o único caminho de execução.
Prazo como item de custo
Dias a menos de obra são dias a menos de equipe, canteiro e via interditada. Sem demolição nem recomposição ao longo do traçado, o cronograma se concentra nos poços e nas quatro etapas do furo. A conta completa está em MND ou vala aberta.
Clientes atendidos
Metrô de São Paulo e Dersa estão entre os clientes atendidos pela DRC, ao lado de construtoras como Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Veja os clientes atendidos na página inicial.
Veja também: Travessias sob avenidas, ferrovias e rios MND ou vala aberta: a conta do trecho inteiro Perfuratrizes da frota
← Voltar ao site