Eletrodutos e redes de distribuição, sem abrir a via.
Para concessionárias de energia e suas construtoras, a DRC instala travessias e redes de distribuição subterrânea pelo método não destrutivo: o eletroduto cruza sob a via em tráfego e, na superfície, aparecem apenas os poços de entrada e de saída.
Alcance da técnica: Ø 32 a 1.200 mm · travessias de até 2.000 m. A frota da DRC cobre Ø 64 a 1.000 mm; o que o seu trecho comporta sai do projeto do furo.
O que a DRC instala para o setor elétrico
- Travessias de circuitos sob avenidas em tráfego, rodovias e ferrovias, sem interromper a via.
- Redes de distribuição subterrânea em trecho urbano, por eletrodutos em PEAD, na faixa de Ø 64 a 1.000 mm.
- Instalação por puxamento (pullback): o eletroduto é soldado ou emendado na superfície e tracionado pelo furo, do poço de saída ao de entrada.
Como o furo desvia das redes que já estão lá
Antes de furar, o subsolo é mapeado: cadastro das interferências, sondagem com localizadores e verificação em campo. Durante a perfuração, a sonda de navegação informa profundidade, inclinação e posição em tempo real, e o operador mantém o traçado afastado das redes cadastradas.
Em área de concessionária, as interferências incluem redes energizadas — é por isso que o mapeamento vem antes da máquina, e o controle de traçado acompanha o furo do primeiro ao último metro.
A máquina de cada obra
Ramais e eletrodutos de baixo diâmetro saem com a Vermeer D7×11 (4 tf). Redes urbanas de energia usam a D24×40 (11 tf) e a D36×50 (16 tf); cruzamentos de via, a Ditch Witch JT40 (18 tf). A escolha é feita no projeto do furo — veja a tabela completa da frota.
Clientes atendidos
Enel e CPFL estão entre as concessionárias atendidas pela DRC. Veja os clientes atendidos na página inicial.
Veja também: Como funciona a perfuração direcional Travessias sob avenidas, ferrovias e rios O que define o orçamento
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