Banco de dutos até a planta, sem abrir a via de acesso.
Conectividade e interligação de data centers pedem caminhos de fibra redundantes, normalmente por vias em operação. A DRC instala bancos de dutos e fibra pelo método não destrutivo, sob vias e áreas densas, sem trincheira ao longo do traçado.
Alcance da técnica: Ø 32 a 1.200 mm · travessias de até 2.000 m. A DRC executa com frota própria, de 4 a 36 tf de tração; o que o seu trecho comporta sai do projeto do furo.
Em poucas palavras
Perfuração direcional para data centers é a instalação de bancos de dutos para fibra e energia entre a planta e a rede externa por furo dirigido, sem abrir a via de acesso. Serve também para criar rotas separadas entre os mesmos dois pontos quando o projeto exige redundância.
Os trechos típicos são a entrada de fibra das operadoras, a interligação entre prédios do mesmo campus e a alimentação de energia desde a subestação.
O que a DRC executa
- Bancos de dutos de acesso à planta, sob avenidas, rodovias e áreas urbanas adensadas.
- Traçados independentes entre os mesmos dois pontos, quando o projeto exige rota redundante.
- Travessias de rodovia, ferrovia e curso d’água em uma única passagem, nas máquinas de maior porte.
O que decide neste segmento
A via de acesso a um data center costuma ser a mesma que atende a operação. Interdição contínua para trincheira significa negociação de janela, desvio de tráfego e prazo — os três itens que o método não destrutivo corta, porque o trabalho se concentra nos poços de entrada e de saída.
Onde há mais de um caminho de fibra exigido em projeto, o furo dirigido permite traçados separados sem multiplicar a área de intervenção na superfície.
Do projeto do furo à entrega
A DRC executa em formato Turn Key: projeto e mapeamento do subsolo, furo-piloto rastreado, alargamento, puxamento e entrega da rede instalada, com um único responsável. As quatro etapas estão detalhadas em como funciona a perfuração direcional.
Especificação por aplicação
Arraste a tabela para o lado →
| Trecho | Duto usual | O que pesa no projeto |
|---|---|---|
| Entrada de fibra das operadoras | Banco de dutos em PEAD | Rotas separadas e caixas de entrada |
| Interligação entre prédios do campus | PEAD | Circulação interna e redes existentes |
| Alimentação de energia | Banco de dutos em PEAD | Coordenação com o projeto elétrico |
| Travessia de rodovia ou ferrovia até a rede | PEAD, às vezes com tubo camisa | Exigências da concessionária |
Os valores de cada obra saem do projeto do furo. A tabela mostra o que costuma decidir, não uma regra única.
Quem autoriza a obra
Dentro do terreno, quem libera é o dono ou o operador da planta. Fora dele, a prefeitura autoriza a intervenção na via, e rodovias e ferrovias no caminho têm o seu próprio processo com a concessionária. Tudo entra no plano do furo.
Onde o método pede mais cuidado
Redundância só existe se as rotas estiverem de fato separadas. A distância mínima entre os traçados vem do projeto de rede, e o furo dirigido permite respeitá-la sem abrir duas trincheiras.
Campus em operação tem redes críticas no subsolo, de energia e de resfriamento. O cadastro dessas redes, conferido em campo, é a primeira etapa do projeto do furo.
Perguntas que chegam à DRC
Dá para fazer duas rotas independentes até a planta?
Dá. Cada rota é um furo próprio, com traçado e poços separados, e a distância entre elas é definida no projeto. A intervenção na superfície continua limitada aos poços de cada rota.
A obra interfere na operação do data center?
A frente de obra fica nos poços, e o restante do terreno segue em uso. As redes internas entram no cadastro de interferências antes da perfuração.
Quantos dutos cabem num furo?
Os dutos são unidos na superfície e puxados juntos, e o furo é alargado para o conjunto. O número por furo sai do projeto, e bancos maiores são divididos em mais de um furo.
Qual extensão sai numa passagem?
Mais de 1 km em uma única travessia, nas máquinas de maior porte da frota própria. Trechos maiores são divididos em lances com poços intermediários.
O que enviar para receber o orçamento?
Cidade e local da obra, extensão de cada trecho, diâmetro e material do tubo, o tipo de rede e o que existe sobre o traçado. Projeto, croqui ou coordenadas aceleram a análise. O preço sai depois da visita técnica, que levanta solo, traçado e interferências. O que define o orçamento.
Revisão técnica Rogério Pagni, DRC Construções. Atualizado em .
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